11 de janeiro de 2011

c.q sabe tenta novo patrocinio para 2011.




o time do c.q.sabe esta tentando fechar um patrocinio para a temporada 2011 os jogadores já estão sugerindo que seja com uma marca de cerveja.

mercado da bola.

o time de jacupiranga com sede no carraviere manifestou interesse em contratar o jogador do c.q.sabe Nado mais não houve acordo e ele permanece no c.q.sabe mais uma temporada.

c.q.sabe esta atras de reforços para a temporada 2011

O presidente do c.q.sabe, não fez rodeios e disse nesta segunda-feira, em entrevista que não tem mais interesse em Ronaldinho gaucho o que deixou o jogador um pouco abalado.

25 de novembro de 2010

amigos do c.q.sabe cajati-sp


edson rocha e neto

 
   naldo e severo














edson rocha e neguinho


 

3 de novembro de 2010


Dos tempos da várzea paulistana à consagração mundial. Do longo jejum de 23 anos sem um título de expressão ao lendário gol de Basílio. Das 26 conquistas estaduais à queda para a Série B do Brasileirão e sua imediata volta à elite. Os 99 anos de história do Corinthians foram marcados por muitos altos e baixos (muitos mais altos do que baixos) e feitos dignos de um clube grande.



Fundado por cinco operários que nem imaginavam a grandeza do que estavam criando àquele 1º de setembro de 1910, foi decretado que este era o clube do povo.



Ao longo dos anos, este mesmo povo se apaixonou e hoje, 99 anos, podemos dizer que aqueles ideais estavam corretos.



O Corinthians passou pela várzea, lutou pelo profissionalismo e se firmou como grande nome na elite paulistana. Encarou uma seca de títulos e mesmo assim recebeu o apelido de Timão, carregado até hoje. Invadiu o Maracanã, conquistou o Brasil e dominou o mundo.

Confira ano a ano como foi construída a história corinthiana e os nomes e fatos que contribuíram para que esta se tornasse uma gloriosa história.



Recordes

Mais gols em um mesmo jogo: Zuza, 6 gols – Corinthians 10 x 1 Sírio, Campeonato Paulista – 21/05/1933.



Jogadores mais vezes campeões: Del Debbio – Paulista 1922/23/24, 1928/29/30, 1937 e 1939; Marcelinho Carioca – Paulista 1995, 1997, 1999 e 2001, Copa do Brasil 1995, Brasileiro 1998/99, e Mundial 2000; Kléber – Paulista 1999, 2001 e 2003, Brasileiro 1998/99, Rio-São Paulo 2002, Copa do Brasil 2002 e Mundial 2000.



Jogador mais vezes artilheiro: Teleco, cinco vezes – Paulistas de 1935 (9 gols), 1936 (28), 1937 (15), 1939 (32) e 1941 (26).



Maior público pagante: 146.043 pessoas (cerca de 70 mil corinthianos) – Fluminense 1 x 1 Corinthians, Campeonato Brasileiro – 05/12/1976.



Menor público pagante: 888 pessoas – Corinthians 0 x 1 Juventus, Taça São Paulo – 31/05/1973.



Gol mais rápido marcado: Paulo, aos 12 segundos – Corinthians 3 x 0 XV de Piracicaba, Campeonato Paulista – 18/11/1956.



Gol mais rápido sofrido: Valentino, aos 10 segundos – Corinthians 2 x 1 Jabaquara, Amistoso – 27/03/1957.



Primeiro gol: Luiz Fabi – Corinthians 2 x 0 Estrela Polar, Jogo Varzeano – 14/09/1910.



Maior goleada a favor: Corinthians 11 x 0 Santos – Campeonato Paulista – 11/07/1920.



Maior goleada sofrida: Corinthians 0 x 8 Palestra Itália – Campeonato Paulista – 05/11/1933.



Jogador mais jovem: Jô, 16 anos, 3 meses e 26 dias – Corinthians 1 x 0 Guarani, Campeonato Brasileiro – 19/07/2003.



Os que fizeram mais de 100 gols:



1. Cláudio (1945/57) – ponta – 305 gols

2. Baltazar (1945/57) – atacante – 266

3. Teleco (1934/44) – atacante – 251

4. Neco (1913/30) – atacante – 235

5. Marcelinho Carioca (1994/2001) – meia – 206

6. Servílio (1938/1949) – meia – 201

7. Luizinho (1948/67 e 1969) – meia – 175

8. Sócrates (1978/84) – meia – 172

9. Flávio (1964/69) – atacante – 170

10. Paulo (1954/60) – atacante – 146

11. Rivelino (1965/74) – meia – 144

12. Carbone (1951/57) – meia – 135

13. Zague (1956/61) – atacante – 127

14. Rafael (1953/63) – meia – 111

15. Vaguinho (1971/81) – ponta – 110

16. Viola (1988/95) – atacante – 105

17. Casagrande (1982/86 e 1994) – atacante – 103



Os que mais jogaram:



1. Wladimir (1972/85 e 1987) – lateral-esquerdo – 805 jogos

2. Luizinho (1948/67 e 1969) – meia – 603

3. Ronaldo (1988/98) – goleiro – 602

4. Zé Maria (1970/83) – lateral-direito – 599

5. Biro-Biro (1978/88) – meia – 589

6. Vaguinho (1971/81) – ponta – 551

7. Cláudio (1945/57) – ponta – 549

8. Olavo (1952/61) – zagueiro – 506

9. Rivelino (1965/74) – meia – 474

10. Idário (1949/59) – lateral-direito – 468

11. Rafael (1953/63) – meia – 451

12. Roberto (1947/60) – meia – 450

13. Marcelinho Carioca (1994/2001) – meia – 427

14. Oreco (1957/65) – lateral – 408

15. Wilson Mano (1986/92 e 1994) – volante – 405

16. Baltazar (1945/57) – atacante – 401

17. Gilmar (1951/61) – goleiro – 395

18. Tião (1968/77) – volante – 367

19. Servílio (1938/49) – neia – 360

20. Marcelo (1987/93) – zagueiro – 342

21. Tupãzinho (1990/96) – meia – 340

22. Eduardo (1981/88) – 336

23. Mauro (1978/87) – zagueiro – 335

24. Luís Carlos (1967/74) – zagueiro – 333

25. Cabeção (1949/66) – goleiro – 323

26. Walmir (1954/63) – meia – 311

27. Zenon (1981/85) – meia – 304

28. Sócrates (1978/84) – meia – 298

29. Neco (1913/30) – atacante – 296

30. Goiano (1952/59) – zagueiro – 296

31. Ari Clemente (1958/64) – lateral-esquerdo – 294

32. Henrique (1992/97) – zagueiro – 292

33. Brandão (1935/46) – meia – 283

34. Viola (1988/95) – atacante – 283

35. Ditão (1966/71) – zagueiro – 282

36. Geraldão (1975/81) – atacante – 280

37. Márcio (1985/93) – volante – 272

38. Munhoz (1928/40) – meia – 271

39. Silvinho (1993/99) – lateral-esquerdo – 269

40. Fabinho (1989/93 e 1995) – ponta-direita – 263

41. Gil (2000/05) – atacante – 263

42. Kléber (1998/2003) – lateral-esquerdo – 259

43. João Paulo (1984/89) – ponta-esquerda – 258

44. Casagrande (1982/86 e 1994) – atacante – 256

45. Paulo (1954/60) – atacante – 254

46. Wagner (1978/85) – zagueiro – 254

47. Ezequiel (1990/95) – volante – 254

48. Ricardinho (1998/2002) – meia – 254

49. Adãozinho (1971/78) – meia – 253

50. Basílio (1975/81) – meia – 253

amazônia

Mamíferos


Das 483 espécies de mamíferos existentes no Brasil, 324 vivem na Amazônia (67%). Das 141 de morcegos, 125 voam na região. Com 30 milhões de espécies, os insetos formam o maior grupo de seres vivos na Terra, sem levar em conta bactérias e microrganismos. Na Amazônia está um terço deles. Na Amazônia existem 300 espécies de répteis, de cobras a lagartos.



Rio Amazonas

Imagens de satélites mostram o crescimento do litoral da Guiana Francesa e do estado do Amapá, no Brasil. Isso acontece devido a grande quatidade de água que o Rio Amazonas despeja no oceano Atlântico. Só a Bacia do Rio Negro tem mais água doce do que toda a Europa.

Ilha de Marajó

A Ilha de Marajó na verdade, não é uma ilha. Ela é um arquipélago. No local existem cerca de 2 mil ilhas que ocupam uma área maior do a Suíça, numa área de 50 mil quilômetros quadrados.



Rios de água barrenta e água escura

Os rios água barrenta carregam sedimentos que arrancam da Cordilheira dos Andes e de outras regiões por onde passam. Na enchente, depositam no solo esses sedimentos, adubando quilômetros nas vizinhanças do rio. Nesses locais as plantações nascem viçosas quando as águas baixam. Esses rios também têm mais peixes. Como exemplo podemos citar o rio Solimões, de água barrenta. Ele possui muito mais peixes, ao contrário do rio Negro que possui água muito escura. Os rios escuros, como o Negro, são mais bonitos, mas a água é ácida e pobre em nutrientes. Apenas 5% dos peixes vendidos em Manaus vêm do Rio Negro, que banha a cidade.



Nome Amazonas

O nome Amazonas foi dado pelo frei espanhol Gaspar de Carvajal, o primeiro cronista europeu a viajar pelo rio, durante a expedição de Francisco de Orellana, na primeira metade do século XVI. O frei afirmou que sua embarcação foi atacada por mulheres que, como na mitologia grega das amazonas, pretendiam escravizar os homens para procriar antes de matá-los.



ìndios

Os índios brasileiros, que eram 6 milhões na época do descobrimento, hoje são cerca de 300 mil. Enquanto a população total do Brasil cresceu 27 vezes, a dos índios diminuiu vinte. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, havia em torno de 1.300 línguas indígenas no país. Restaram 170. Dois em cada três índios brasileiros vivem nas reservas indígenas da Amazônia. São 170.000 pessoas em um território equivalente a quase três Alemanhas. Só os 8.200 ianomâmis ocupam uma área de 94.000 quilômetros quadrados, maior que a área de Portugal. Cada índio brasileiro hoje possui em média 3,6 quilômetros quadrados, mais de duas vezes o Parque do Ibirapuera, em São Paulo. No total, é dos índios quase 12% do território nacional. Há sinais de 53 grupos indígenas ainda isolados, sem contato com a civilização tecnológica, todos na região amazônica. Sujeitos a contatos casuais, os índios continuam despreparados para enfrentar as doenças dos brancos e vivem no nomadismo.



Ciclo da Borracha

Durante o ciclo da borracha (1879-1912), a Amazônia foi responsável por quase 40% das exportações brasileiras. O Teatro Amazonas com 681 lugares, cartão postal de Manaus, é símbolo da riqueza dessa época. Graças à borracha, nos primeiros anos deste século a Amazônia teve uma renda per capita duas vezes superior à da região produtora de café São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. A riqueza acabou quando ingleses levaram as mudas de seringais para a Malásia, até hoje líder mundial na produção de borracha natural.



Estrada de ferro Madeira Mamoré

A primeira megaobra na Amazônia foi a estrada de ferro Madeira Mamoré, em Rondônia. Era parte do preço pago pelo Brasil à Bolívia pela compra do então território do Acre. Serviria para escoar produtos bolivianos, mas foi um fracasso. Durante a construção, entre 1907 e 1912, mais de 6.000 operários morreram de malária. Na época se dizia que havia um morto por dormente da ferrovia. Hoje, dos 366 quilômetros construídos, apenas 7 quilômetros de trilhos continuam em operação.



Vulcanização da borracha

Até 1839, a borracha era um artigo que agradava mais aos curiosos do que aos empresários. Ela derretia no calor e tornava-se quebradiça no frio. Naquele ano, um americano chamado Charles Goodyear (daí a marca do pneu) descobriu o processo de vulcanização da borracha. Isso a tornou estável, tanto no frio quanto no calor. O comércio explodiu. Entre 1850 e o começo deste século, as exportações do produto na Amazônia aumentaram trinta vezes.
Nos anos 30, o pioneiro da indústria americana de carros, Henry Ford, resolveu plantar seringueiras na Amazônia. A plantação fracassou porque foi atacada por uma praga da folha.